Ensinando Telessaúde à estudantes de medicina – porque tão difícil?

Estou estruturando uma proposta de ensino de saúde mental para um ambiente de EAD. Nesta proposta, um aspecto central seria a realização de discussões on line entre professores e alunos da atenção básica, numa ponta, e professor de saúde mental, na outra.
Mais do que discussões de casos, estaríamos na prática utilizando um recurso bastante corriqueiro nos serviços de Telessaúde de todo o país e, portanto, de certa forma, introduzindo este moderno recurso no currículo médico. Mas o que dizer das barreiras, resistências e divergências em relação à adoção de mais esta inovação tecnológica num curso de medicina?
Estariam os professores realmente preparados para isso? Até que ponto estariam interessados em abandonar velhos hábitos de ensino (e de vida) e enfrentarem os desafios da necessária atualização nestes recursos tecnológicos? Não basta dizer que estamos lidando com jovens já completamente “digitalizados”, até porque nem sempre isto é inteiramente verdadeiro. No manejo de programas e aplicativos aplicados ao ensino, por exemplo, estes jovens muitas vezes se mostram perdidos ou desestimulados e, infelizmente, não encontram em seus professores os melhores guias no assunto.
É preciso portanto que reexaminemos nossos currículos e, antes disso, nossa familiaridade com as novas tecnologias de informação e de comunicação, nossa necessária abertura ao tema sem a qual nenhuma mudança ocorrerá.

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